domingo, 28 de fevereiro de 2010

A Educação o Marco dos Processos de Integração Regional

“Para navegar las águas turbulentas del proceso permanente de cambio al que estamos sometidos, es necesario embarcarmos em la frente al mar turbulento, la educación es el instrumento de navegación.” ( Francisco Piñon)

Diante da cita exposta acima e doas aportes teóricos trabalhados até o momento, percebemos que a educação tem sido a dimensão chave em qualquer cenário de processo seja ele o cambio, a globalização. É perceptível que até mesmo no cenário de mercado, a educação tenha um valor econômico. Vimos em mundo em que velocidade dos acontecimentos tem transformado e o ser humano em um ser nada humano, tornando um ser egoísta, o qual vive sozinho, competindo com o outro. Então nos perguntamos: o que a educação pode fazer para interferir de forma positiva no processo de integração? Pensamos que a educação em si, deve formar o ser humano para a vivencia, torná-lo um bom cidadão, prepará-lo para viver de forma participativa na sociedade, e o mais difícil, ser solidário em um mundo tão fragmentado.

Qual é preocupação dos governantes em relação à educação como instrumento de navegação para uma integração positiva em um mundo tão fragmentado? Garzón assinala a comparabilidade dos planos de estudo dos países, com o propósito de identificar os pontos positivos e negativos de convergência e divergência na prioridade de ensino e aprendizagem que tem estabelecido os governantes dos paises como necessário para que as crianças e jovens possam ser preparados para o exercício da cidadania, do trabalho e seu desenvolvimento pessoal e assim assegurar a iguladade de oportunidades. A autora afirma que os nove países do Convenio Andrés Bello, se movem pela busca de uma maior igualdade social e na construção de capacidades nacionais para a competitividade internacional. É perceptível, no Brasil, a presença do cambio, a partir dos anos 90, com a formulação da Lei e Diretrizes e Bases da Educação Brasileira, a qual tem por objetivo a reforma do ensino, como o princípio da formação de cidadãos aptos para uma vida social e para o mercado de trabalho.

Nesse sentido Garzón menciona que o sistema educativo se pode entender como um conjunto de princípios comuns institucionalizados de organização administrativa mediante os quais, as ações respondem à necessidade de uma maior adaptação do serviço educativo as exigências sociais e condições do mundo moderno.

Conclusão

A integração na educação é um fator extremamente importante e necessário. Temos que pensar que a formação dos nossos jovens, precisa corresponder ao nível de desenvolvimento atual. Para isso, os planos de estudos atuais devem mover o ensino para um trabalho de descobertas de construção. A educação acompanha a sociedade podendo integrar-se a uma sociedade planificada. Formar cidadãos com a capacidade de lograr o mundo, sendo indivíduos críticos e reflexivos, através da metodologia do sistema educacional, da base curricular e da gestão educativa de um país.

Nesta sociedade, a possibilidade de trabalhar em um mundo globalizado requer a capacidade do ser humano de aprender a aprender. Sabemos que o ser humano deve ter a competência de aprender para a vida toda, podendo assim encarar um mercado de trabalho competitivo.

Como o sistema de educação pode fazer para que a educação seja realizada de acordo com o mundo moderno? Delors aponta alguns pontos chaves para que isso seja possível termos uma educação de qualidade, onde haja aprendizado para uma vida toda, vejamos algumas ferramentas:

• Educação básica para todos;
• Possibilidade de alternância;
• Flexibilidade do sistema (respeito às diversidades);
• Reter o aluno, para que não haja evasão;
• Interdiplinariedade dos conteúdos;
• Educação de forma transversal.







Referências

Delors, Jacques; Prólogo del libro de la UNESCO “La educación encierra um tesoro”, Editorial Santillana, Madrid, 1996.

Fabara Garzón, E; Myriam y Carrizona, J; “ Hacia la integración educativa”, CAB, Santafé de Bogotá, 2002, pp 15-55.